Personalização não é tendência: é urgência

Compartilhar:

Hoje não é apenas importante. É urgente.

Vivemos na era da hiperpersonalização. O consumidor não aceita mais comunicações genéricas ou interações superficiais. Ele espera — e exige — que as marcas conheçam seus desejos, antecipem necessidades e entreguem experiências feitas sob medida.

E aqui vai um choque de realidade: se a sua marca ainda acha que está “personalizando” só porque manda e-mail com o nome do cliente, você está atrasado.

Por que conhecer o público é questão de sobrevivência

Personalizar não é perfumaria de marketing. É estratégia.

Quando uma marca conhece profundamente o seu público, ela é capaz de:

  • Escolher como se comunicar de forma certeira.
  • Definir o tom de voz que cria identificação.
  • Entender os gostos e hábitos e ajustar entregas.
  • Antecipar preferências antes mesmo que o cliente manifeste.
  • Permanecer presente na mente das pessoas como uma referência.

Não se trata de falar para todos. Trata-se de falar para quem importa — e da forma certa.

O dado que confirma a urgência

Uma pesquisa da McKinsey (2023) mostrou que 71% das pessoas esperam interações personalizadas.

Esse número não é apenas um dado de mercado. É um alerta. Uma marca que ignora essa expectativa corre o risco de se tornar irrelevante.

E aqui está o ponto central: não basta “querer” personalizar. É preciso saber quem é o público.

Quantas marcas realmente conhecem o próprio público?

Essa é a pergunta que separa marcas fortes de marcas esquecíveis.

A maioria acredita que conhece, mas no fundo, trabalha com achismos. Criam campanhas baseadas em intuição, repetem fórmulas ultrapassadas e chamam isso de estratégia.

Na DOM/99, nós não trabalhamos com achismos. O nosso método de marketing de coerência mergulha fundo para construir um retrato claro do público — quem ele é, o que valoriza, o que rejeita e, principalmente, o que o leva a escolher a sua marca em vez da concorrência.

É essa clareza que transforma o marketing de ruído em marketing de impacto.

O novo marketing não aceita passividade

O consumidor mudou. O marketing também.

Na era da TV, o público era passivo. Bastava uma campanha massiva para “convencer” milhões de pessoas. Hoje, o consumidor tem voz ativa. Ele questiona, compara, escolhe.

E ele não escolhe apenas pelo produto ou pelo preço. Ele escolhe marcas com propósito, posicionamento e valores reais.

Por isso, a personalização vai além de ofertas individualizadas: ela reflete coerência entre o que a marca fala e o que a marca entrega.

Conclusão

A era da hiperpersonalização não é futuro, é presente. E marcas que ainda resistem a isso já estão ficando para trás.

A pergunta que fica é simples e direta:

Sua marca conhece, de verdade, o público dela?

Se a resposta foi “não”, está na hora de mudar.
E nós, na DOM/99, podemos ajudar a transformar esse “não” em um plano estratégico sólido — para que sua marca não só conheça o público, mas se torne inesquecível para ele.

VEJA MAIS ARTIGOS

Artigo

A força invisível que muda empresas: a gentileza

Artigo

No marketing, sem estratégia não existe resultado.

Artigo

Obsessão pelo cliente: por que as marcas não querem apenas satisfazer, querem encantar

Artigo

A diferença entre ter uma empresa e ser a empresa

Vamos criar algo incrível juntos?

Deixe seu contato e bora trocar ideias.

plugins premium WordPress