Como descobrimos o propósito da DOM/99

Toda marca que se destaca tem algo em comum: um propósito claro.E o nosso não nasceu por acaso. Quando começamos a DOM/99, havia uma decisão que precisava ser tomada antes de qualquer estratégia, campanha ou post: decidir quem não ser. Não queríamos ser uma agência tradicional A DOM/99 nasceu com uma convicção firme: não ser uma agência como as outras.Nosso modelo de criatividade não cabia em processos engessados, em padrões repetidos e em métricas de volume sem valor. Não queríamos criar marketing apenas para “preencher espaço” nas redes sociais ou seguir fórmulas prontas. O que vimos no mercado A trajetória da Tati trouxe clareza sobre o que estava errado na maioria das agências tradicionais: Para quem busca resultados reais, esse modelo simplesmente não faz sentido. O ponto de virada Foi esse incômodo que nos levou a refletir: queríamos ser diferentes, mas como?Conversas profundas, aprendizados com clientes e observação do mercado revelaram algo essencial: precisávamos atacar o problema certo. E foi assim que descobrimos o porquê da DOM/99 existir. Nosso propósito O que nos move todos os dias é simples e poderoso: Mudar a forma como se faz marketing. Nosso objetivo não é apenas criar campanhas bonitas, mas tirar marcas do raso, iguais a todas, e transformá-las em marcas respeitadas, humanas e desejadas. Não trabalhamos para fazer marketing “ok”. Trabalhamos para fazer marketing que faz diferença, que conecta, que gera valor e reconhecimento. E você? Se você ainda não sabe qual é o propósito da sua marca, esse é o primeiro passo para crescer com consistência e coerência. Vamos conversar? De humano para humano.

ChatGPT e o futuro do comércio: o e-commerce conversacional já começou

O e-commerce nunca mais será o mesmo. A OpenAI anunciou que o ChatGPT agora é também uma plataforma de vendas, nos EUA, já é possível pesquisar produtos e finalizar compras sem sair da conversa. A novidade, chamada Instant Checkout, permite que o usuário busque algo como “tênis de corrida por menos de $100” ou “presentes para quem gosta de cerâmica”, receba recomendações e conclua a compra em poucos cliques, direto no chat. Simples, sem distrações e sem a lógica de anúncios pagos que estamos acostumados a ver em buscadores. Por que isso importa? Esse não é só mais um recurso. É uma mudança de paradigma.O ChatGPT não está apenas recomendando produtos, mas redefinindo a jornada de compra: da descoberta ao pagamento, tudo acontece dentro da conversa com a IA. Esse modelo, chamado de agentic commerce, ameaça gigantes como Google e Amazon porque elimina etapas. O consumidor não precisa mais sair da plataforma para pesquisar, comparar e comprar, a IA já entrega a solução pronta, rápida e sem fricção. A tecnologia por trás A base é o Agentic Commerce Protocol (ACP), desenvolvido em parceria com a Stripe. Ele garante segurança nas transações com tokens criptografados e abre caminho para que outras plataformas de IA adotem o mesmo padrão.Na prática, significa mais confiança para o consumidor e mais previsibilidade para as marcas. E o impacto no Brasil? Ainda não chegou por aqui, mas os sinais são claros: com o Brasil sendo o 3º maior mercado do ChatGPT no mundo (140 milhões de mensagens por dia), a chegada é só questão de tempo. E quando isso acontecer, as marcas que já tiverem se preparado estarão um passo à frente. O que precisa entrar no radar agora: O que está em jogo Estamos falando de muito mais que uma nova funcionalidade do ChatGPT. É o início de uma era em que conversar com uma IA será um dos principais canais de compra. Quem entender isso cedo vai capturar vantagem competitiva e conquistar relevância em um mercado que muda na velocidade da tecnologia. Quem continuar preso ao modelo antigo corre o risco de ser engolido pelo novo funil de vendas.

O apagão de talentos no Brasil: por que sua empresa não consegue contratar (e o que fazer a respeito)

O Brasil vive um apagão silencioso de mão de obra qualificada. 81% das empresas já dizem não conseguir preencher vagas, índice acima da média global. E não é só falta de currículo bonito: é falta de preparo, de visão e de alinhamento entre gerações. (Fonte) O problema real O resultado? E como sair disso? A visão estratégica O apagão de talentos não é só sobre RH. É sobre estratégia de negócio.Quem conseguir transformar atração, retenção e desenvolvimento em vantagem competitiva, vai sair na frente enquanto concorrentes ficam presos na lógica do “não encontramos gente boa”. A pergunta é: sua empresa vai reclamar da escassez ou vai criar o tipo de ambiente em que ninguém quer sair?

Sua marca disputa por atenção?

E se eu te dissesse que isso é um erro estratégico? A maioria das marcas trava uma batalha diária pela atenção das pessoas. Só que atenção é passageira, efêmera, descartável. Pense comigo: você se lembra do 4º slide de uma palestra que achou incrível? Provavelmente não. Ela capturou sua atenção naquele momento, mas não deixou uma marca na sua memória. Agora, se você tem um pet, é quase certo que lembra do primeiro dia que ele chegou na sua casa. Essa cena, esse sentimento, ficou gravado. E é isso que as marcas precisam buscar: serem lembradas, não apenas notadas. Essa é a essência do Neurobranding. O que é Neurobranding O professor Byron Sharp fala sobre disponibilidade mental: estar presente na mente do consumidor no momento da decisão. Já Simon Sinek destaca o significado: marcas com propósito claro se tornam memoráveis. O Neurobranding conecta essas duas ideias e traz uma nova pergunta:O que faz uma marca ser inesquecível: neurologicamente, emocionalmente e quimicamente? Segundo estudos, 95% das decisões de compra são tomadas no subconsciente. Ou seja, a maior parte das escolhas que um cliente faz não acontece pela lógica, mas por memória, emoção e associação. E aqui está a chave: memória não se constrói apenas com repetição de mensagens ou campanhas bonitas. Ela nasce de impressões emocionais, experiências sensoriais e conexões subconscientes. A emoção é o atalho O cérebro não armazena logotipos e slogans. Ele grava como você fez a pessoa se sentir. Isso não é poesia, é bioquímica: dopamina, oxitocina e cortisol são hormônios que determinam se um momento será lembrado. Quer que sua marca seja inesquecível? Então precisa criar experiências que despertem emoções reais. Como aplicar o Neurobranding no dia a dia da sua marca Aqui vai a parte prática: Conclusão Atenção é fogo de palha. Memória é o ativo que gera vendas e fidelidade. Se você quer que sua marca seja lembrada, precisa ir além da estética ou da campanha do momento. Precisa criar experiências que deixem rastros emocionais, químicos e neurológicos no cliente. Em resumo: não dispute atenção. Construa memória.

Como a corrida de rua se tornou uma tendência social (e o que sua marca pode aprender com isso)

O branding sempre bebe da cultura. E se existe um fenômeno recente que ilustra isso, é a corrida de rua.Segundo a maior pesquisa já realizada sobre o tema no Brasil, promovida pela Olympikus, mais de 13 milhões de brasileiros declaram correr pelo menos uma vez por semana. Não estamos falando apenas de exercício físico. A corrida se transformou em um movimento social. Por que a corrida virou um movimento? O que antes era treino solitário, hoje é estilo de vida. Estamos cansados de dopamina rápida, feeds infinitos e estímulos vazios. A corrida aparece como antídoto: disciplina, foco, presença.E cada passo comunica uma mensagem: “Eu faço parte do grupo que vive com mais propósito.” Esse é o ponto-chave: movimentos não vendem apenas o que você faz, mas quem você se torna ao fazer. A lição para as marcas Sua marca precisa ser a “corrida de rua” do seu mercado. Pessoas não querem só comprar produtos. Elas querem se reconhecer em uma causa, vestir um estilo de vida e pertencer a uma comunidade. As marcas que entendem isso deixam de disputar preço e passam a disputar significado. 4 movimentos que sua marca pode começar agora A corrida de rua ensina: o que diferencia movimentos de produtos é a identidade que eles entregam. Se a sua marca ainda insiste em vender apenas o “quê”, vai continuar sendo mais uma no mercado.O desafio, e a oportunidade, está em vender o “porquê”: propósito, transformação e pertencimento. A questão é simples: qual movimento a sua marca está criando hoje?

Como o branding gera vendas (e por que é urgente investir)

Quando marcas falam sobre marketing, muita gente pensa só em anúncio, desconto ou promoção. Mas branding vai muito além disso. Branding é estratégia. É arte de transformar sua marca em um ativo que vende, não por esforço de preço, mas por desejo. O lucro não nasce do desconto que você oferece. Nasce do desejo que você gera. O que branding entrega além do óbvio Aqui estão quatro efeitos reais de branding bem-feito, que impactam diretamente no faturamento: Preço PremiumMarcas com identidade forte não precisam competir por centavos. Elas capturam margem porque entregam valor percebido. Um cliente disposto a pagar mais sabe que está comprando algo além do produto. Recompra e fidelizaçãoQuando sua marca gera valor emocional, clientes voltam, não porque está barato, mas porque acreditam. A pesquisa Estatísticas de Branding aponta que 72% dos consumidores têm mais probabilidade de comprar de marcas que oferecem experiências personalizadas. wpmay.com Eficiência de mídiaCada real investido em anúncios rende mais quando você tem clareza de quem você é, qual é sua promessa, e fala essa mensagem de forma coerente. Não se perde com campanhas desalinhadas, criativos genéricos ou comunicação confusa. Resiliência em tempos turbulentosMarcas com propósito consistente e branding claro resistem melhor a crises. Mesmo quando o mercado treme, confiança construída gera resultados estáveis. Exemplos práticos que provam esse poder Como aplicar branding que gera resultado Se você quer que seu branding realmente gere vendas e não só seja bonito, aqui vão os passos práticos: Conclusão Branding não é gasto extra. É investimento estratégico com retorno real. Marcas que ignoram essa parte “invisível” do negócio lutam por preço. Marcas que se concentram no valor e no desejo criam vantagem competitiva duradoura. Se você quer fazer isso acontecer de verdade, não é só sobre pagar anúncios, é sobre construir uma voz, uma promessa e entregar com consistência. E agora a pergunta que eu deixo pra você: sua marca está gerando desejo? Ou só tentando vender?

Personalização não é tendência: é urgência

Hoje não é apenas importante. É urgente. Vivemos na era da hiperpersonalização. O consumidor não aceita mais comunicações genéricas ou interações superficiais. Ele espera — e exige — que as marcas conheçam seus desejos, antecipem necessidades e entreguem experiências feitas sob medida. E aqui vai um choque de realidade: se a sua marca ainda acha que está “personalizando” só porque manda e-mail com o nome do cliente, você está atrasado. Por que conhecer o público é questão de sobrevivência Personalizar não é perfumaria de marketing. É estratégia. Quando uma marca conhece profundamente o seu público, ela é capaz de: Não se trata de falar para todos. Trata-se de falar para quem importa — e da forma certa. O dado que confirma a urgência Uma pesquisa da McKinsey (2023) mostrou que 71% das pessoas esperam interações personalizadas. Esse número não é apenas um dado de mercado. É um alerta. Uma marca que ignora essa expectativa corre o risco de se tornar irrelevante. E aqui está o ponto central: não basta “querer” personalizar. É preciso saber quem é o público. Quantas marcas realmente conhecem o próprio público? Essa é a pergunta que separa marcas fortes de marcas esquecíveis. A maioria acredita que conhece, mas no fundo, trabalha com achismos. Criam campanhas baseadas em intuição, repetem fórmulas ultrapassadas e chamam isso de estratégia. Na DOM/99, nós não trabalhamos com achismos. O nosso método de marketing de coerência mergulha fundo para construir um retrato claro do público — quem ele é, o que valoriza, o que rejeita e, principalmente, o que o leva a escolher a sua marca em vez da concorrência. É essa clareza que transforma o marketing de ruído em marketing de impacto. O novo marketing não aceita passividade O consumidor mudou. O marketing também. Na era da TV, o público era passivo. Bastava uma campanha massiva para “convencer” milhões de pessoas. Hoje, o consumidor tem voz ativa. Ele questiona, compara, escolhe. E ele não escolhe apenas pelo produto ou pelo preço. Ele escolhe marcas com propósito, posicionamento e valores reais. Por isso, a personalização vai além de ofertas individualizadas: ela reflete coerência entre o que a marca fala e o que a marca entrega. Conclusão A era da hiperpersonalização não é futuro, é presente. E marcas que ainda resistem a isso já estão ficando para trás. A pergunta que fica é simples e direta: Sua marca conhece, de verdade, o público dela? Se a resposta foi “não”, está na hora de mudar.E nós, na DOM/99, podemos ajudar a transformar esse “não” em um plano estratégico sólido — para que sua marca não só conheça o público, mas se torne inesquecível para ele.

Por que é importante ter um propósito

No mundo dos negócios, já não basta ter um bom produto ou um preço competitivo. O que diferencia marcas fortes das marcas comuns é algo mais profundo: propósito. Assim como pessoas, as empresas precisam de uma razão de existir que vá além do lucro. Esse “porquê” é o que conecta, inspira e gera identificação. O que significa ter um propósito? Propósito é a razão de existir da marca. É o que responde à pergunta: “Se sua empresa deixasse de existir amanhã, o que as pessoas perderiam?” Quando uma marca define o seu propósito, ela: Por que propósito é importante? Vivemos em uma era em que as pessoas querem mais do que produtos, elas querem significado. Um estudo da Accenture revelou que 62% dos consumidores querem que as empresas assumam uma posição clara sobre temas relevantes para a sociedade. Isso mostra que propósito é, além de valor humano, também uma estratégia de negócio. Exemplo prático: Dove e a beleza real Um dos exemplos mais icônicos de propósito bem definido é o da Dove. Nos anos 2000, a marca percebeu que não faria sentido competir apenas como “mais um sabonete hidratante”. Então, assumiu um propósito: “fazer com que todas as mulheres percebam a sua beleza real”. A partir disso, lançou campanhas como “Real Beauty”, que mostravam mulheres comuns em vez de modelos inalcançáveis. Essa mudança: Dove deixou de vender apenas produto. Passou a vender um ideal. E isso é poder do propósito. Como aplicar isso à sua marca Conclusão Assim como pessoas, marcas precisam de propósito. É ele que guia decisões, inspira conexões e gera lealdade duradoura. No fim, o consumidor pode até esquecer o anúncio que viu, mas nunca esquece a causa que a sua marca representa.

Estratégia é feita com coragem de ousar

Quando falamos de estratégia, muita gente pensa em planilhas, metas e relatórios. Mas a verdade é simples: estratégia é feita com coragem de ousar. A melhor estratégia quase sempre provoca aquele pensamento:“Como eu não pensei nisso antes?” E a resposta, na maioria das vezes, é o medo.– Medo de errar.– Medo do julgamento.– Medo de parecer incoerente. O medo trava. Ele transforma ideias inovadoras em projetos abandonados. Mas quando a marca decide ousar, percebe que é justamente ali — naquilo que parecia arriscado — que mora a chance de criar algo memorável. O case Burger King: ousadia como estratégia Um dos melhores exemplos recentes vem do Burger King. Eles poderiam patrocinar qualquer grande clube. Mas escolheram patrocinar o Stevenage, um time da 4ª divisão inglesa conhecido como “o pior time do mundo”. À primeira vista, parecia uma escolha sem lógica: Mas o Burger King não queria estar na TV. Eles queriam estar onde seu público realmente estava: nos videogames. No FIFA, o logo da rede apareceu estampado no uniforme do Stevenage. E como o time era o pior do jogo, muitos gamers o escolhiam pelo desafio. Para potencializar, a marca lançou uma ação: quem compartilhasse gols com o Stevenage nas redes sociais ganhava lanches grátis. Os resultados foram explosivos: Uma campanha ousada, interativa e brilhante, que custou pouco e transformou o Burger King em assunto central no universo gamer. A lição para marcas que querem crescer Ousadia não é sobre fazer barulho sem sentido. É sobre enxergar onde ninguém mais vê oportunidade. E é aqui que mora a verdadeira estratégia: não no óbvio, mas no corajoso. Conclusão Estratégia sem ousadia é só burocracia. As marcas que transformam mercados são aquelas que escolhem arriscar, provocar e desafiar o senso comum. Porque no fim das contas, a coerência do branding não está em ser previsível, está em ser memorável.

Nike troca “Just Do It” por “Why Do It?” — o que isso ensina sobre branding

Lançamento de uma nova era A icônica frase da Nike, “Just Do It”, que acompanhou a marca por quase quatro décadas, agora ganha uma reformulação profunda. A nova campanha, intitulada “Why Do It?”, foi lançada em setembro de 2025 com o objetivo de conectar com a geração atual, uma geração ansiosa, reflexiva, que questiona antes de agir. Uma pergunta que faz pensar Mais do que uma mudança estética, o slogan se transforma em uma pergunta estratégica: “Por que agir?” Em vez de um chamado à ação automático, a Nike agora convida o público a refletir sobre o propósito de suas escolhas. Nicole Graham, CMO da Nike, explica que o movimento busca realinhar a mensagem com as preocupações contemporâneas — o medo da falha, a pressão do perfeccionismo e a superexposição nas redes. A ideia é colocar o protagonismo nas mãos de cada indivíduo. O que distingue essa campanha Lições aprendidas Conclusão A transição de “Just Do It” para “Why Do It?” mostra que até uma gigante como a Nike compreende a necessidade de evolução consciente. A lição é clara: quem não se realinha com a cultura contemporânea corre o risco de ficar preso no passado. Nossa pergunta final para você: sua marca está disposta a reformular sua narrativa sem perder identidade? Se quiser conversar sobre como sua marca pode fortalecer seu posicionamento por meio de coerência, vamos conversar.

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