Nos últimos anos, a inteligência artificial ganhou força. Tornou-se a nova febre, a solução para tudo e, ironicamente, o atalho favorito de quem diz ser criativo.
Mas aqui vai uma verdade incômoda: a IA não vai acabar com a criatividade. Ela pode acabar com o criativo.
Sabe aquele profissional que acredita que basta jogar um prompt e esperar o resultado? Pois é. Esse está com os dias contados. Porque o que diferencia um humano de uma máquina nunca foi a execução, é a estratégia e o repertório.
A repetição que tanto criticamos, agora é potencializada
Na DOM/99, sempre criticamos o marketing previsível.
Os mesmos roteiros, os mesmos posts, os mesmos “conceitos criativos” que parecem ter sido feitos pela mesma agência, com o mesmo molde.
E o que a IA fez?
Potencializou isso.
Ela tornou ainda mais fácil repetir.
Mais fácil padronizar.
Mais fácil produzir sem pensar.
Mas aqui está o ponto: facilidade nunca foi sinônimo de resultado.
A diferença está na estratégia, e no humano por trás dela
Na DOM, nunca deixamos a IA fazer o trabalho sozinha.
Usamos a ferramenta, mas nunca entregamos a ela o papel de criadora.
Porque ferramenta é ferramenta. Quem pensa é o humano.
A IA não entende o seu público como nós entendemos.
Ela não sente as dores da sua marca, não enxerga o que acontece nos bastidores da sua operação, não entende as nuances que fazem um cliente escolher você e não o concorrente.
E sabe por quê?
Porque ela não vive isso.
Nós, sim.
Temos mais de 25 anos de experiência dentro do marketing, vivenciando o que as empresas realmente enfrentam no dia a dia, o que funciona, o que não funciona e o que só parece funcionar.
E essa bagagem, nenhuma máquina replica.
A IA é o meio. O criativo, o fim.
Na DOM/99, acreditamos que o papel da inteligência artificial é amplificar, não substituir.
Ela é um apoio, não uma voz.
Porque, no fim das contas, o que constrói conexões verdadeiras ainda é humano falando com humano.
Por isso, se a sua empresa busca algo diferente, algo que fuja do óbvio, do genérico e do previsível, a IA sozinha não vai te entregar isso.
Mas nós podemos.
Afinal, o que move resultados reais não é a tecnologia.
É a estratégia.
E estratégia, a gente cria com experiência, visão e coerência.