O Brasil vive um apagão silencioso de mão de obra qualificada.
81% das empresas já dizem não conseguir preencher vagas, índice acima da média global. E não é só falta de currículo bonito: é falta de preparo, de visão e de alinhamento entre gerações. (Fonte)
O problema real
- Educação defasada: menos de 10% dos alunos do ensino médio saem prontos em matemática e português.
- Transformação digital acelerada: cargos cada vez mais complexos, candidatos cada vez menos preparados.
- Gap geracional: a Geração Z já não quer o mesmo que os executivos esperam. A lógica de carreira mudou.
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O resultado?
- Turnover absurdo: o Brasil lidera o ranking mundial de rotatividade, com 56% ao ano.
- Custos operacionais crescentes, obras atrasadas, salários inflacionados.
- Uma guerra por talentos que só deve se intensificar em 2025.
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E como sair disso?
- Invista em capacitação interna – Se o mercado não entrega, forme você mesmo seus talentos.
- Construa uma marca empregadora – Talentos querem propósito, ambiente saudável e clareza de carreira.
- Adapte-se ao novo jogo – Benefícios flexíveis, reconhecimento e cultura sólida importam mais que crachá bonito.
- Recrute proativamente – Caçar talentos fora do óbvio é obrigação, não luxo.
A visão estratégica
O apagão de talentos não é só sobre RH. É sobre estratégia de negócio.
Quem conseguir transformar atração, retenção e desenvolvimento em vantagem competitiva, vai sair na frente enquanto concorrentes ficam presos na lógica do “não encontramos gente boa”.
A pergunta é: sua empresa vai reclamar da escassez ou vai criar o tipo de ambiente em que ninguém quer sair?